
Envolto à essa frase que reflito sobre nossas vidas, farei algumas reflexões.
Quando somos criança o mundo parece tão seguro e se limita a nossa familia a nosso pais. Brincamos felizes e o dia parece ser muito longo e ter mais que 24 horas.
Mas o tempo pode ser implacável. Ele passa ligeiro demais. Quando nos damos conta, lá estamos nós adultos, consumidos por desejos e frustrações, fracassos, derrotas, quando os sucessos são insuficientes.
São exatamente as derrotas que nos impulsionam a mudar, a transformar e a modificar o estatus quo. Por mais acomodado que possamos ser, não tem jeito, ficamos insatisfeitos com a mesmice. Algus procuram mudar o cenário, mudar este quadro, outros preferem apenas reclamar.
A natureza pode ser um bom modelo. Metamorfoses são frequentes. É a água que vira vapor, vira gelo. A lagarta destinada a ser lagarta para sempre torna-se borboleta, entre outros exemplos que poderiam ser dados aqui.
O barro é o ponto que quero chegar. Destinado a ser barro ele, juntamente com mãos habilidosas e almas transformadoras tornam-se em verdadeiras obras de artes, perenizadas pelo fogo. As pessoa valorizam pouco o trabalho destes artistas que fazem do simples moldar o seu subjetivo mundo, o prório gesto transformador.
Tenho para mim que a arte carrega em si esse privilégio.
Ela é transformadora por si.
E com isso eu convido-os para visitar a mostra e vendas dos trabalhos de 2010 de Sirlene Giannotti e seus alunos. Mostra já tradicicional.
Nadia Saad minha amiga é uma das artistas convidada visite e conheça o trabalho dela no Blog da Nadia
E também uma entrevista com a artista que você pode acompanhar no: Ponto de Mutação
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